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Opções de lazer já são prioridade para 32% dos compradores de imóveis em Curitiba, desde que tenham custo econômico

Opções de lazer já são prioridade para 32% dos compradores de imóveis em Curitiba, desde que tenham custo econômico

As opções de lazer dentro do condomínio têm crescido na preferência do consumidor enquanto item decisório na escolha do imóvel novo para a compra em Curitiba. É o que mostra a pesquisa do Perfil Imobiliário 2015, da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR). O estudo revela que em 2013, 13% dos consumidores avaliavam as opções de lazer de um condomínio como item muito importante. Em 2014, esse índice subiu para 20% e no ano passado chegou a 32%.

Para o presidente da VistaCorp Empreendimentos, Luiz Francisco Viana Jr., um dos principais motivos desse crescimento está relacionado ao tamanho dos apartamentos, especialmente nos padrões econômico e standard, ou seja, imóveis de até R$ 400 mil. “Sabe-se que as plantas dos apartamentos têm ficado cada vez mais inteligentes, porém enxutas, nos grandes centros urbanos. Isso faz com que se disponha de uma área interna que atenda apenas o indispensável ou mais relevante ao convívio básico de uma família ou casal, transferindo para a área comum tudo que é acessório. A área de lazer passa, então, a ser uma extensão do imóvel”, avalia Viana.

Outro fator que contribui para o crescimento da preferência por opções de lazer no condomínio é o tempo que as pessoas permanecem em casa e o modo como desfrutam do imóvel nas metrópoles. “Está cada vez mais demorado o deslocamento de casa para o trabalho. São raras as pessoas que conseguem voltar para casa para almoçar, por exemplo, o que era mais usual nas décadas de 80 e 90. Então, quando o cliente está em casa, quer ter o condomínio como ponto de referência para reunir a sua família, o seu lazer e em muitos casos o seu trabalho”, opina o incorporador.

Nesse contexto, as empresas da construção civil inovam na composição da área comum de seus empreendimentos, conferindo diferenciação e usabilidade aos itens de lazer. É o caso do Barigui Woodland Park Residence, condomínio de apartamentos da VistaCorp Empreendimentos e da Valente Incorporações, próximo ao Parque Barigui, em Curitiba. O empreendimento, que está com 55% das obras concluídas, vai abrigar espaços como eco lava car, pet care e espaço oficina bricolagem para pequenos trabalhos e consertos.

“A inclusão dessas áreas no projeto segue a premissa da empresa de gerar valor e diferenciação para os clientes. Também foi uma reivindicação dos próprios compradores que identificaram esses espaços como uma necessidade. Além de atender uma demanda, o eco lava car e o pet care vão contribuir para a sustentabilidade, já que utilizarão a água reaproveitada da chuva”, comenta Viana. Mesmo para os espaços de lazer mais usuais nos condomínios, no Barigui Woodland eles são segmentados, a fim de atender os diferentes interesses dos moradores. Um exemplo é o espaço fitness do empreendimento que conta com uma área para musculação/ginástica e outra para yoga/alongamento.

Viana explica que a diversidade do perfil do público do condomínio levou à estratificação da área comum por faixa etária, compreendendo desde jovens casados ou em vias de união estável, com filhos ou sem filhos, até casais com mais idade que estão buscando um espaço mais compacto e econômico para morar porque os filhos saíram de casa.

“Temos uma área para recém-nascidos, para crianças um pouco maiores e para pré-adolescentes. Ainda, reservamos um espaço exclusivo para os jovens, onde eles podem jogar videogame, navegar na internet, fazer trabalho de faculdade. Também há uma área para os adultos que são ativos e gostam de esporte, assim como para aqueles mais contemplativos que gostam de leitura e música. Ainda, temos espaços que atendem a um público mais sênior, como sala de leitura, pub e sala de jogos”, descreve.

Para o incorporador, empreendimentos com áreas de lazer estruturadas e diversificadas conferem valorização ao imóvel. “Isso aumenta a liquidez do apartamento numa venda futura, já que ele pode atender diversas configurações de família. Além disso, amplia o tempo de permanência do morador no imóvel. A ideia é que ele passe as diferentes fases de sua vida dentro do mesmo empreendimento, sem ter que obrigatoriamente vender o apartamento porque ele não ‘se encaixa’ mais na atual configuração familiar”, defende Viana.

Manutenção - Se é verdade que os itens de lazer ganham importância para o cliente, também é certo que os compradores não querem pagar mais por isso na taxa de condomínio. O presidente da VistaCorp Empreendimentos, Luiz Francisco Viana Jr., lembra que o valor da taxa de condomínio é definido na assembleia geral de instalação pelos próprios moradores. Entretanto, no projeto do Barigui Woodland, a incorporadora pensou em amortizar os custos, criando a melhor relação entre área privativa e área comum. “O cliente sabe que o benefício de morar em empreendimentos maiores é o rateio das despesas, tornando a taxa condominial mais econômica e atrativa. Esse é o caso do Barigui Woodland que terá 177 unidades”, observa Viana.

Uma prévia realizada pela incorporadora junto a uma administradora de condomínios, com base nos custos de manutenção, consumo e outras despesas, para março desse ano, mostrou que numa configuração básica com portaria 24 horas e servente de limpeza, o valor mensal estimado do condomínio para cada unidade ficaria em R$ 271,53. Ainda no mesmo período, acrescentando à configuração básica mais um servente e um auxiliar administrativo externo, a taxa mensal de condomínio estimada seria de R$ 336,72 por apartamento. “Isso é uma previsão. O valor real será definido pelos próprios moradores”, reforça o incorporador.

A incorporadora tomou ainda outras medidas para tornar a relação entre áreas de lazer e taxa de condomínio atrativa. “Abrimos mão de vagas para veículos, que poderiam ser comercializadas, para implantar o eco lava car e um bicicletário com 170 vagas. Além disso, deixamos de vender mais quatro apartamentos para fazermos um recorte numa das torres, permitindo com que o empreendimento como um todo tenha vista para o bosque do entorno. Ou seja, otimizamos o terreno e o projeto para oferecer mais itens de lazer a um custo acessível”, ressalta Viana.

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